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domingo, 5 de dezembro de 2010

Sobre a importância de se ter hobbies...

... porque afinal, a vida também ter que ser divertida, não é mesmo?
Acho que todos deveriam ter hobbies. Qualquer coisa, tipo ler romance Sabrina, jardinagem, fazer cupcakes de sábado, escrever, sei lá. O mais importante não é o que você tem como hobby, mas simplesmente o fato de se ter um hobby. Acho que eles tornam a vida mais legal e são uma boa oportunidade de se explorar a criatividade e extravasar os sentimentos, sair da rotina pra variar.
Eu faço letras e adoro. Acho que não me vejo fazendo outra coisa da vida, mas nunca se sabe né?! Mas o fato é que às vezes cai um pouco na rotina... temas fixos de trabalhos, montes de textos para ler, provas para estudar e aí acaba ficando chato. E o que eu gosto de fazer pra liberar um pouco é bem simples: leio revistas. Principalmente de moda, mas tabém dou uma olhada nas de decoração. Gosto de ver enfeites, cores, temas e me imaginar fazendo um monte de coisas, mesmo que na maioria das vezes eu não faça. É um exercício gostoso de se fazer. Eu esvazio a mente, esqueço das provas e trabalhos e por um momento eu assumo uma segunda personalidade. Que muitas pessoas não conhecem, mas que muitas vezes é mais interessante e divertida que minha personalidade do dia a dia. E hobbie é isso aí: uma coisa simples e divertida (que não é uma obrigação) e que te permite ser qualquer outra pessoa.
Deixo o refrão de uma música do Cobacabana Club, que não é sobre hobbies, mas que dá a dica de como você deve escolher o seu:

just do it do it do it cause you want it
just do it do it do it cause you like it
do it do it do it cause you feel it
not because you saw it
E aí? Qual é o seu hobby?

terça-feira, 13 de julho de 2010

Talvez vocês acharão esse blog contraditório, mas ele é uma expressão do que eu penso e das minhas opiniões sobre alguns assuntos.
O post que eu escrevi sobre não falar mal dos outros foi um desabafo, tendo em vista algumas coisas que eu já havia lido e que para mim soaram como uma falta de educação, um desrespeito, e até uma ponta de inveja.
Mas o post de hoje é algo que eu já estava pensando havia alguns dias e que depois de (re)ler uma reportagem de uma revista (sim, eu releio muitas revistas, rsrsrssrsrsrs) X e de ler dois posts de duas blogueiras dando suas opiniões (muito ponderadas e educadas) sobre o assunto eu decidi fazer um post sobre o assunto.
Eu estava relendo essa revista X e uma reportagem me levou a crer que vivemos em uma verdadeira feira das vaidades. Eu não critico o gasto ou o consumo de outras pessoas. Não mesmo. Acho que cada um sabe de onde vem seu dinheiro e sabe onde gastá-lo.
Mas o consumismo (não o consumo, porque todos consumimos) está sendo elevado um patamar absurdo. Lembro até que quando eu era mais nova (e não faz muito tempo, rsrsrs) alguém que era chamado de consumista era uma pessoa assim, gastona mesmo, viciada por compras (e é bom lembrar que nenhum vício é bom, né?!). Agora, o consumismo parece ser regra que todos devem seguir.
Nessa reportagem, eu vi a demonstração real da futilidade e do consumo desenfreado. A reportagem era sobre linhas de fast fashions (não gosto desse termo, mas deixo isso pra outro post) assinadas por estilistas famosos. Então, uma marca Z estava com uma linha assinada por um estilista Y e isso causou o maior frisson entre as consumidoras da marca. E ao que me parece a linha até tinha peças bonitas, mas esse não é o ponto. Eu fiquei boba com a descrição da tal reporter, de meninas loucas querendo comprar as peças, chorando por um par de sapatos do tal estilista. E fiquei pensando que se, a mesma marca tivesse feito essa mesma linha de roupas, mas sem nenhum estilista famoso assinando, será que causaria o mesmo tumulto fashion?  Ou será que as consumidoras desesperadas queriam apenas comprar uma marca (e pagar para fazer propaganda da tal marca e do tal estilista). E não nos enganemos, né, gente. Se era de uma linha das chamadas fast fashions a probabilidade de você encontrar alguém com a mesma peça era bem grande, né?! E quem tem uma roupa ou um par de sapatos da marca do tal estilista saberia que essas peças são da fast fashion.
Eu não sou contra que estilistas façam linhas mais baratas, mas será que a gente não sai comprando as coisas porque não sei quem assinou, ou porque não sei quem disse que era bonito e que é must, it, etc.?
A moça da reportagem chegou a comprar roupas de criança (e ao que me pareceu, ela não tinha filhos) só porque a linha fora assinada por uma estilista W.
Será que não estamos nos tornando escravas do consumo e nos tornando manequins das vitrines que muitos meios de informação estão nos mostrando?

Ah, os posts para quem quiser ler estão no Trendy Twins e no Pague minha viagem (o post do Trendy Twins está sob o nome de "Cadê o doce que estava aqui".)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Entrei de férias... (acho)... 1 mês de muita curtição!!!! Eba!

Hoje eu estava (re)lendo uma revista Criativa do mês de maio, e li uma reportagem em que algumas blogueiras davam dicas para "ter" um blog de sucesso. E uma das dicas era para não falar mal de outros blogs, ou de empresas, ou sei lá.
Realmente, ficar o tempo inteiro falando mal de um blog, de uma empresa, da atitude de alguém é feio, feio mesmo. E pior: parece inveja.
Não que eu ache que fazer uma crítica é inveja ou que as pessoas não têm o direito de se expressarem como querem. Mas acho que desperdiçar um espaço para ficar o tempo todo falando mal dos outros é uma enorme perda de tempo.
Uma coisa é dar sua opinião de forma clara e educada, outra bem diferente é criticar e menosprezar os outros. Se você não gosta do conteúdo de um blog ou da atitude de uma blogueira, para quê perder seu tempo dando ibope para isso? Você só vai conseguir que o blog em questão seja mais lido e você é que será a crítica insuportável e não lida.
Quer fazer uma crítica, deixar sua opinião? Faça, deixe, mas de forma bem-humorada e numa boa. E não fique voltando ao assunto mil vezes nos posts seguintes. É desagradável.
Use seu espaço para falar do que você gosta, do que você faz... e bora deixar a blogosfera mais bonita, né?! 

Bom... por hoje é só... Beijos e boa noite.